Testemunho #34: “Consegui! Ganhei! Passei”!

Como vai caro leitor? Voltamos para mais um testemunho Diário de uma Dietista. Tem acompanhado as histórias dos nossos pacientes? Deixe-se inspirar! O bem não acontece só a outros. Não é “um milagre” que acontece de um dia para outro, mas com o acompanhamento certo e com dedicação, também vai conseguir atingir os seus objetivos.

No Diário de uma Dietista tratamos a pessoa: Não fazemos dietas, mudamos hábitos. Nutrição é sinónimo de SAÚDE e não de DIETA

Apresentamos-lhe mais um caso de sucesso:

Habitualmente apresentam-se casos de mulheres, que perdem peso e voltam a gostar de Si mesmas. Hoje temos o caso de um homem, que recorreu ao nosso serviço de Acompanhamento Nutricional Online e hoje vê a nutrição com “outros olhos”!

PH, homem de 34 anos, recorreu ao nossos serviços em janeiro 2019, para perder o peso que havia ganho no último ano! Já praticando exercício, não estava a ter sucesso, tendo até aumentado! Tinha ainda algumas questões de saúde, que o próprio não valorizou inicialmente, mas com a intervenção nutricional foram detetadas e resolvidas (o próprio conta no testemunho).

Em janeiro 2019....

...tinha 82kg, dos quais 20,0kg eram massa gorda (24,4%) e 62,1kg peso isento de gordura.

Em dezembro 2019...

...regista 68,9kg dos quais uns espetaculares 11,9 kg MG (17,3%) e 57kg de peso isento de gordura! Significa que perdeu cerca de 13kg e destes 8kg foram gordura e 5kg massa isenta de gordura (água e outros líquidos e conteúdo intestinal), fruto da adaptação metabólica aos novos hábitos alimentares!

 

Conheça esta história na primeira pessoa:

1. Como conheceu o Diário de uma Dietista?

R: Por recomendação de uma amiga.

2. O que a levou a marcar consulta?

R: Um considerável aumento de peso ao longo de um ano.

3. Conte-nos a sua história, como se sentia antes de vir à consulta?

R: Entre 2016 e 2017 vivi na Polónia durante cerca de 4 meses. Altura em que viajei bastante e alimentei-me de uma forma diferente daquela que estava habituado em Portugal e comi de forma não propriamente “boa”: Muitas carnes e batatas, era dificílimo encontrar peixe à venda.

Quando regressei a Portugal, os meus pais tinham adoptado um hábito que nunca tiveramos: Comer batatas fritas de pacote às refeições em casa! Batatas fritas era algo que eu só estava acostumado a comer em dias de festa ou em jantares em restaurantes. A minha alimentação sempre foi feita mais à base de arroz.

Estou convencido que terá sido isto que fez desequilibrar o meu metabolismo e, desde então, comecei a ganhar peso paulatinamente. Quando dei por mim, eu que sempre pesei estavelmente na casa dos 70 – 72kg, estava nos 74/75kg, foi aí que comecei a querer fazer alguma coisa! Comecei por cortar nessas batatas e comecei a fazer exercício físico. Mas nada conseguia fazer parar o meu constante aumento de peso.

Ao ingressar num ginásio, ainda na senda de conseguir controlar o aumento de peso, acabei por contratar um serviço de PT o qual me prometeu conseguir recuperar a forma física e ficar melhor do que alguma vez estive dentro de 6-8 meses.

A verdade é que entrei para o ginásio a pesar 78kg e ao fim desses 6 meses, estava a pesar 80kg! Um recorde totalmente absoluto para mim. Eu não duvido que ganhei muita massa muscular e os 80kg com que estava seriam muito mais saudáveis do que os 78kg que tinha quando comecei os treinos. Facto é que não estava a conseguir perder os 8kg que me levaram a contratar aquele treinador. Assim, tornou-se evidente para ambos que o exercício físico por si só (por melhor que fosse o treinador) não me iriam resolver o problema. Assim, cancelei o serviço de PT e, mantendo o ginásio (até porque se houve algo que o acompanhamento de PT me deu foi um sentido de responsabilidade e de rotina que valorizei muito pelo que procurei mantê-lo o máximo de tempo possível), acabei por divergir os meus investimentos para o acompanhamento nutricional. E foi assim que cheguei ao Diário de uma Dietista.

4. Que objetivos  atingiu? O que aprendeu/mudou?

R: Consegui não só chegar ao meu peso normal de 70kg como o consegui ultrapassar e agora estou nos 68/69kg. Tal como o treino com o PT, ganhei novas rotinas alimentares e um melhor discernimento daquilo que é ou não saudável, que truques e hacks fazer para conseguir manter a alimentação e, acima de tudo, a ideia de um ‘plafond’ de duas más alimentações semanais foi paradigmático para mim. Passei a gerir os meus descuidos alimentares com base nesse plafond e procurando nunca o ultrapassar.

5. A sua saúde sofreu alterações? Se sim, quais?

R: Uma queixa que apresentava no início do acompanhamento, mas que nunca foi realmente uma prioridade para mim, foram problemas intestinais eventualmente relacionados com a alimentação que tive na Polónia. Nunca ficou realmente resolvida porque nem eu nem a nutricionista chegámos realmente a perceber qual era o problema. Fui a algumas consultas com especialistas as quais também não me deixaram muito mais elucidado e as propostas de tratamento também não me convenceram. No entanto, desde há cerca de 5 ou 6 meses que não tenho tido problemas relacionados com esta queixa!

6. Como descreve a sua relação com a nutricionista?

R:  Foi surpreendente ter sido acompanhado por uma nutricionista que acabei por nunca conhecer pessoalmente. No entanto, cumpri sempre com o diário semanal que me foi fornecido e a comunicação fez-se essencialmente por esse canal. Eventualmente alguns contactos via e-mail mas o principal foi nesses registos. A nutricionista sempre se mostrou muito disponível para esclarecer as minhas (muitas) dúvidas e curiosidades e para me apaziguar o espírito quando o meu ex-PT (o qual passou a acompanhar a minha evolução no ginásio) me sugeria que estaria a ter retrocessos entre medições com responsabilidades eventualmente imputáveis à alimentação ou à falta do serviço de PT ou quando, no centro de saúde me diagnosticaram problemas de saúde relacionados com a alimentação (gota), diagnóstico esse que viria a ser enfática e jocosamente desmentido por um especialista.

7. Como se sente a nível psicológico/emocional após o tratamento?

R: Sinto-me mais descansado e menos preocupado.

8. Voltaria a recorrer ao nosso acompanhamento? porquê?

R:Vejo como uma razoável possibilidade. Dependendo de como me correrem as coisas, não ponho de parte um novo acompanhamento quando o tempo me permitir algum maior investimento numa maior frequência de treinos semanais e assim conseguir ir ainda mais longe do que fui e atingir um objectivo que entretanto adoptei que seria de < 15% de massa gorda.

9. O que distingue o Diário de uma Dietista de outros serviços de nutrição?

R:A comodidade de não ter que me deslocar a uma consulta para fazer o acompanhamento, obrigando-me a encontrar tempo na minha agenda para o efeito. Desta forma, o acompanhamento podia até ser feito durante o meu horário laboral. Libertando-me assim espaço de agenda para outros projectos/compromissos!

Trate de Si!

Porque Alimentação Saudável não é Dieta, é Estilo de Vida!